PROGRAMAÇÃO

BEATLES NUM CÉU DE DIAMANTES - DE 14 A 30 DE JUL

SALA TEREZA RACHEL 

Sex e Sáb 21h e Dom 18h

Plateia e Frisas: R$100,00 | Balcão I: R$80,00 |  Balcão II: R$50,00 

Classificação: 12 Anos

‘Beatles Num Céu de Diamantes’, de Charles Möeller & Claudio Botelho, é um fenômeno teatral. Estreou com poucos recursos em uma sala pequena, mas logo se transformou em grande sucesso, visto por mais de 700 mil espectadores no Rio, São Paulo e em duas turnês pelo Brasil e duas vitoriosas semanas absolutamente lotada com espetáculos extras em Lyon, na França.

Após o sucesso de março a maio, o espetáculo terá temporada prorrogada no Theatro Net Rio, com participações especiais. As novas apresentações acontecem de 14 a 30 de julho.

“Esta é a nossa décima quarta temporada”. ‘Beatles’ é um muscal de câmara, sem qualquer recurso técnico ou truques cênicos, que nasceu para uma temporada de apenas um mês em 2008 e... nunca mais saiu de cartaz”, conta Claudio Botelho.

No palco, oito atores-cantores, acompanhados por piano, violoncelo, violão, ukulele e percussão, apresentam uma teatral e emocionante visão sobre a mais forte invenção da música popular nos últimos 50 anos: a obra dos Beatles.

“Os Beatles jamais criaram nada específico para o teatro. Há algo em seu universo que sempre nos interessou: ‘morra jovem e seja eterno’. Por mais que a gente os ouça, percebemos que eles continuam ali, mais vivos e mais pulsantes do que nunca. Uma juventude que não passa. Do iê iê iê ao lisérgico, passando por acordes indianos e tantas rupturas estéticas, nada cheira a naftalina. Para este musical, utilizamos recursos cênicos mínimos, e não há texto propriamente dito. Apenas as canções com suas letras originais em inglês”, comenta Charles Möeller.

‘Beatles num céu de diamantes’ é, por definição de gênero, uma revista musical com a obra dos Beatles. Sem exatamente um enredo único, mas apontando diversas pequenas histórias e situações, o espetáculo é um passeio da dupla Möeller & Botelho por um dos repertórios mais ricos da música popular criada a partir da segunda metade do século XX.

As canções são rearranjadas para a linguagem do teatro musical e não há um único número que seja no estilo “cover de Beatles”. Ninguém imita ninguém, não há clones de John Lennon ou Paul McCartney, é uma viagem lisérgica pelas canções e o que elas trazem ao nosso imaginário.

Claudio Botelho e Charles Möeller explicam melhor: “Fio condutor? Há algum sim, mas não é didático nem cronológico. Imaginem Alice na toca do coelho... Seria isso: o sonho, a fuga, a descoberta, o amadurecimento e a volta. Os Beatles eram fãs fervorosos de Lewis Carrol e de ‘Alice no País das Maravilhas’... Alice fala o tempo todo de Tamanho e de Labirintos. De ritos de passagem. Como os rapazes de Liverpool, Alice quer entender o seu tamanho nesse mundo. Diante das coisas. O sentimento de ser mínimo em alguns momentos e gigante em outros”.